Xenofobia?! Não!
"Os diferentes projectos de lei dos partidos, que defendem a introdução de quotas de música portuguesa nas rádios, foram aprovados na generalidade no início de Junho". (Público, on-line)
Não consigo perceber se o objectivo é promover a música feita em Portugal, seja ela cantada em português ou noutra língua, restringindo assim o tempo de antena à música produzida além fronteiras. Se um dos objectivos for:“estamos fartos de ouvir musicas cantadas em inglês nas nossas rádios!”. Esqueçam pois grande parte das bandas portuguesas da actualidade não cantam na língua de Camões!
Mas se argumentarem: “temos de promover o que é português!”. Bem ai concordo por inteiro, embora tenha de reconhecer o que de bom se faz lá fora. Por outro lado questiono-me, que ganham os artistas portugueses com esta Lei? Será que mais editoras iram apostar nos valores nacionais? Será que eles (artistas) iram com a maior audiência beneficiar de mais e melhores contratos e consequentes espectáculos? Iram surgir novas bandas – o que como consequência iria contribuir para a criação dos 120 000 postos de trabalho que o primeiro-ministro prometeu em campanha – para assim as estações terem stock de produções nacionais, para fazer face à exigência das cotas propostas por alguns partidos (CDS/PP 50%)? É que não me parece que exista música suficiente, feita por bandas portuguesas, para que ao serem obrigadas (as estações) a incluir na sua playlist 50% de música nacional, ao fim de uma semana as músicas não estejam a ser repetidas vezes sem conta, bem como, a sensação que nos irá acompanhar cada vez que muda-mos de estação “será que mudei?!”.
Bem mas se tudo contribuir para o país sair do estado de calamidade em que se encontra (e não sou eu que o digo), não me importo de ouvir o Toy três vezes por dia!
Já agora fica aqui a sugestão de limitarem também o número de jogadores estrangeiros na super – liga, de reduzirem as cotas dos produtos estrangeiros vendidos nas grandes superfícies e se acharem por bem reduzam também o número de carros produzidos no estrangeiro a circular nas estradas nacionais (pode contribuir para a redução do número de mortes por acidente cardiovascular em Portugal)!
Não consigo perceber se o objectivo é promover a música feita em Portugal, seja ela cantada em português ou noutra língua, restringindo assim o tempo de antena à música produzida além fronteiras. Se um dos objectivos for:“estamos fartos de ouvir musicas cantadas em inglês nas nossas rádios!”. Esqueçam pois grande parte das bandas portuguesas da actualidade não cantam na língua de Camões!
Mas se argumentarem: “temos de promover o que é português!”. Bem ai concordo por inteiro, embora tenha de reconhecer o que de bom se faz lá fora. Por outro lado questiono-me, que ganham os artistas portugueses com esta Lei? Será que mais editoras iram apostar nos valores nacionais? Será que eles (artistas) iram com a maior audiência beneficiar de mais e melhores contratos e consequentes espectáculos? Iram surgir novas bandas – o que como consequência iria contribuir para a criação dos 120 000 postos de trabalho que o primeiro-ministro prometeu em campanha – para assim as estações terem stock de produções nacionais, para fazer face à exigência das cotas propostas por alguns partidos (CDS/PP 50%)? É que não me parece que exista música suficiente, feita por bandas portuguesas, para que ao serem obrigadas (as estações) a incluir na sua playlist 50% de música nacional, ao fim de uma semana as músicas não estejam a ser repetidas vezes sem conta, bem como, a sensação que nos irá acompanhar cada vez que muda-mos de estação “será que mudei?!”.
Bem mas se tudo contribuir para o país sair do estado de calamidade em que se encontra (e não sou eu que o digo), não me importo de ouvir o Toy três vezes por dia!
Já agora fica aqui a sugestão de limitarem também o número de jogadores estrangeiros na super – liga, de reduzirem as cotas dos produtos estrangeiros vendidos nas grandes superfícies e se acharem por bem reduzam também o número de carros produzidos no estrangeiro a circular nas estradas nacionais (pode contribuir para a redução do número de mortes por acidente cardiovascular em Portugal)!
